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Salvo disposição em contrario solicitada por um apresentador ou discutidas em um relatório de data final, os seguintes procedimentos se aplicam a pré-tratamento de amostras submetidas para datação por radiocarbono. Este glossário define os métodos de pré-tratamento aplicados a cada amostra listadas no reporte (por exemplo você verá a designação de “ácido/alcalino/ácido” listados juntamente com o resultado de uma amostra de carvão recebendo tal pré-tratamento.
Pré-tratamento de materiais enviados é necessário para eliminar componentes de carbono secundários. Esses componentes, se não eliminados, podem resultar em uma data radiocarbono que é demasiado jovem ou demasiado antiga. Pré-tratamentos não garantem que a data de radiocarbono vai representar o tempo do evento de interesse. Este é determinado pela integridade da amostrar.
Efeitos tais como o efeito de madeira velha, raízes intrusivas queimadas, bio turbação, deposição secundária, actividade biogénica secundária incorporando carbono recente (bactéria), e a análise de múltiplos componentes de diferentes idades são apenas alguns exemplos de problemas potenciais na medição de carbono 14. Pré-tratamento é feito para reduzir a amostra a um a um único componente, sempre que possível, e para minimizar a subjectividade agregada associada a esses tipos de problemas. Se você suspeitar que a sua amostra requer consideracoes especiais de pré-tratamento, ano se esqueça de dizer ao laboratório antes da análise radiocarbono.
Antes de datação por radiocarbono, a amostra é primeiramente suavemente esmagada/dispersa em água de ionizada. Depois é lavada com ácido HCI quente para eliminar carbonatos, seguido por lavagem alcalina (NaOH) para remover ácidos orgânicos secundários. A lavagem alcalina é seguida por um enxaugue final ácido para neutralizar a solução antes da secagem.
Concentracoes químicas, temperaturas, tempos de exposição, e número de repetições dependem da amostra apresentada. Cada solucao química é neutralizada antes da aplicacao da próxima. Durante estas séries de enxaugues, contaminantes mecânicos tais como sedimentos associados e radículas são eliminados.
Este tipo de pré-tratamento é considerado um “pré-tratamento completo”. Em ocasiões, o relatório irá listar o pré-tratamento como “ácido/alcalino/ácido-insolúveis” para especificar que fraca da amostra foi analisada para conteúdo de radiocarbono. Isto é feito em ocasiões com sedimentos.
Tipicamente aplicado a – carvão vegetal, madeira, algumas turfas, alguns sedimentos, têxteis.
De vez em quando, a fracção solúvel em ácido será analisada quanto ao teor de radiocarbono. Este é uma caso especial em que as condições do solo implica que a fracção solúvel vai fornecer uma data mais precisa. Também é feito para verificar a presença/ausência ou grau de contaminação secundária devido a ácidos orgânicos.
A amostra é primeiro pré-tratada com ácido para remover qualquer carbonatos e para enfraquecer laços orgânicos. Depois que as lavagens ácidas (como discutidas nos ácido/alcalino/ácido – insolúveis) são usadas, a solução contendo a fracção é isolada/filtrada e combinada com ácido. A fracção solúvel, que precipita, é enxaguada e secada antes da combustão.
Depois de um pré-tratamento total ácido/alcalino/ácido, a amostra para datação por radiocarbono é banhada em cloreto de sódio (NaCIO2) sob condições controladas (pH 3 e temperatura a 70°C). Este procedimento elimina todos os componentes excepto a celulose de madeira.
A área de superfície das amostras para datação por radiocarbono é aumentada tanto quanto possível. Pedaços sólidos são triturados, materiais fibrosos são retalhados, e sedimentos são dispersos. Acido (HCI) é aplicado repetidamente para assegurar a ausência de carbonatos.
A singularidade da amostra e o grau de contaminação vai ditar as concentrações químicas, temperaturas, tempos de exposição, e número de lavagens. Lavagens alcalinas não são feitas para assegurarem o isolamento do carbono primário, que é solúvel em alcalis.
Resultados de datação por carbono 14 reflectem o conteúdo orgânico total do material analisado, e a precisão depende da capacidade do analisador para subjectivamente eliminar contaminantes potenciais com base em fatos contextuais.
Tipicamente aplicado a – sedimentos orgânicos, algumas turfas madeira ou carvão pequenos, e casos especiais.
O material para datação por radiocarbono é primeiro testado para friabilidade ("suavidade"). Material ósseo muito macio é uma indicação da ausência potencial da fracção de colagénio (proteína óssea basal agindo como um "agente de reforço" dentro da estrutura apatita cristalina).
As amostras de ossos para análise por radiocarbono são lavadas com água de ionizada, a superfície raspada livre das camadas ultraperiféricas, e depois suavemente esmagadas. Acido HCI frio e diluído é repetidamente aplicado e reposto até que a fracção mineral (apatife de osso) é eliminada. O colagénio é então dissecado e inspeccionado para radículas. Quaisquer radículas presentes são também removidas quando se reabastecem as soluções de ácido.
"Com alcalinos" refere-se a pré-tratamento adicional com hidróxido de sódio (NaOH) para garantir a ausência de ácidos orgânicos secundários. "Sem alcalinos" refere-se a etapa de NaOH sendo ignorada devido a pobres condições de preservação, e que poderia resultar na remoção de todos os produtos orgânicos disponíveis, se realizada.
Tipicamente aplicada a ossos
O material calcário é primeiro lavado com água de ionizada, removendo sedimentos orgânicos associados e detritos, quando presentes. O material para datação por radiocarbono é então esmagado/disperso e repetidamente sujeito a gravações HCI para eliminar componentes de carbonato secundários.
No caso de cascas grossas, as superfícies aso fisicamente desgastadas antes da decapagem até que o núcleo duro primário permanece. No caso de nódulos de carbonato porosos e caliche, tempos de exposição muito longos são aplicados para permitir a infiltração do ácido. Tempos de exposição de ácido, concentrações, e o número de repetições são aplicadas de acordo com a singularidade da amostra.
Tipicamente aplicado a - conchas, caliche, nódulos calcários.
Carbonatos precipitados a partir de águas subterrâneas são usualmente submetidos em uma condição alcalina (solução de hidróxido de amónio ou hidróxido de sódio) antes da datação por radiocarbono. Geralmente esta solução é neutralizada no recipiente da amostra original usando água de ionizada. Se um volumem maior da diluição é necessário, a precipitação e a solução são transferidas a um balão de separação selado, e enxaguado até ficar neutro. Exposição a atmosfera é mínima.
Tipicamente aplicado a – carbonato de estrôncio, bário carbonato (ou seja, amostras de água subterrânea precipitada).
Dióxido de carbono dissolvido e espécies de carbonatos são precipitados a partir de amostras de água apresentadas, complexando-as como carbonato de amónio antes da datação por carbono. Cloreto de estrôncio é adicionado a solução de carbonato de amónio, e carbonato de estrôncio é precipitado para a análise por radiocarbono. O resultado é representativo do carbono inorgânico dentro da água. Resultados de datação por radiocarbono aso reportadas como " DIC água."
Aplicado a – água
A amostra para análise por radiocarbono é submetida a uma série de banhos de solvente geralmente constituídos de benzeno, tolueno, hexano, pentano, e/ou acetona. Isso geralmente é realizado antes dos pré-tratamentos ácido/alcalino/ácido.
Aplicado a – têxteis, casos prevalentes ou com suspeita de contaminação com breu/alcatrão, materiais conservados.
Pré-tratamentos no laboratório foram aplicados antes de datação por radiocarbono. Os pedidos especiais e pré-tratamentos pré-laboratório contam normalmente para isso.
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