AMS dating seeds

Datação por Radiocarbono de Sementes, Grãos e Plantas

Tamanho de amostra recomendado (É possível fazer a análise de amostras menores – Por favor entre em contato conosco para maiores informações)
3 a 100 miligramas (para o AMS), 20 gramas requeridas (para o RadiometricPLUS)
Recipiente recomendado
Embrulhe em papel alumínio antes de colocá-las em um saco rotulado e com fecho zip.
Recomendamos que o envio das amostras seja realizado em pequenas caixas sempre que possível (em vez de usar envelopes) para proteger a integridade física das amostras durante o seu transporte.

Obs – As taxas incluem medições de δ13C, relatórios de garantia de qualidade, calibração de calendário quando necessária, acesso eletrônico permanente a resultados anteriores e análises em andamento.

Pré-tratamento – É importante compreender o pré-tratamento aplicado às amostras, visto que os mesmos afetam diretamente o resultado final. Em se tratando de amostras pequenas como sementes e grãos, a nossa principal consideração é sempre a nossa capacidade de fazer o pré-tratamento completo para eliminar a contaminação com carbono secundário.

É difícil saber exatamente a quantidade de amostra que o laboratório vai necessitar. Até mesmo o peso de “amostras secas” costuma ser relativo. Não é incomum que o peso de uma amostra seca diminua em 15% ao ser colocada em um forno de um dia para o outro, a uma temperature de 110ºC. Depois do pré-tratamento, o tamanho da amostra diminui de 30 a 70%, dependendo de muitos fatores relacionados ao tipo, conservação, grau de umidade da espécie em questão, etc.

Seleção de amostras – Ao selecionar amostras para serem enviadas ao laboratório para a datação por radiocarbono, favor observar que a carbonização tem uma grande importância. Dez miligramas (10 mg) de grãos carbonizados é uma amostra muito diferente do que 10 mg de grãos não carbonizados. A carbonização atua como um veíulo importante para a preservação e resistência ao ataque ácido pelo álcali usado no pré-tratamento.

Para fazer datação por EMA, costumamos recomendar 20 mg de amostra porque muitas vezes o material enviado inclui muitos sedimentos aderentes ou outros materiais que precisam ser removidos da amostra antes da datação.

Você poderá colocar os grãos, as sementes ou plantas em papel alumínio ou tubos plásticos antes de colocá-los em uma sacola ou bolsa com fecho. Favor colocar cada uma das amostras em uma bolsa separada com fecho para evitar que as amostras se misturem durante o transporte, caso haja alguma ruptura.

Há diversas maneiras de lidar com amostras bem pequenas:

1 – Pré-tratamento completo (lavagem com ácido/álcali/ácido)

Toda a amostra sera destruída no processo. Se não sobrar uma quantidade suficiente de amostra após o pré-tratamento, a análise é interrompida até que o cliente submeta amostras adicionais. Se o cliente não puder enviar mais sementes ou grãos, a análise será cancelada.

2 – Pré-tratamento cuidadoso

Aplicaremos um pré-tratamento com ácido e álcali muito cuidadosamente para manter a amostra suficientemente grande para ser medida.

3 – Omitir a etapa do álcali

Podemos pular a etapa da lavagem alcalina. Isto é eficaz em cenários onde os ácidos húmicos secundários ou detritos em decomposição não são um fator.

4 – Sem pré-tratamento

Com excessão de alguns casos extremos, não costumamos recomendar que não seja feito nenhum pré-tratamento.

Se as sementes e os grãos estiverem bem preservados, secos e não tiverem sedimentos aderidos aos mesmos, 4 mg deverão ser suficientes para a datação por EMA.

Após o pré-tratamento, o laboratório terá 1,8 mg de amostra para fazer uma datação padrão por EMA. Se a amostra tiver entre 1,3 mg e 1,8 mg, é possível que o laboratório não possa relatar a razão δ13C separadamente do CO2 gerado na ocasião da combustão.

O laboratório não analisa amostras extremamente pequenas (ou seja, quando o carbono disponível depois do pré-tratamento for inferior a 200 microgramas) porque pode haver reações dentro da máquina de EMA que acrescentam erros indeterminados ao resultado.